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Existem momentos em que tudo trava. A vida entra em stand-by e não é possivel avançar ate que seja feita uma análise. Conhece-te a ti mesmo. Aquilo que não nos deixa avançar é um conflito entre a tríade que nos habita, id, ego e superego. O ego faz de tudo para agradar as duas… Mas que diabo estou psicanalisando aqui… Xo capeta! O que quero expor é que as barreiras estão em minha cabeça, um conflito da nossa própria natureza e que podemos superar se olharmos com franqueza nossas idéias.
Não esqueça que suas mais sólidas idéias e ideais sao alucinações. Só existem em sua cabeça e toda ela foi herdada, assim restando pouco de você naquilo que você acredita ser, odeia e se orgulha as vezes. Estais brigando com os moinhos de Cervantes e perdidamente apaixonado pela Dulcinéia, nem se dá conta que está apaixonado pelo seu proprio reflexo na água. O que eu quero que entenda é que só derrotará os moinhos de vento e dará o proximo passo no seu curto caminho pela vida quando aceitar quem é e pra se aceitar, primeiro, deve-se descobrir e só vai-te descobrir quando se analisar. São as 4 nobres verdades de Buda e nao tem como fugir.
Encarar a verdade é doloroso. Aceitar que passou a vida dentro de um sonho e que tudo aquilo que chamou de realidade nao passou de uma alucinação e que essa voz na sua cabeça que parece a sua está te dando conselhos errados a vida toda, e pior, ela é mais um sensor cruel do que você mesmo… bem, é preciso coragem e desapego.
Seu self-value te destrói. Seu ódio é medo. Seu amor, apego. Nao há nada de lindo nos valores humanos. Esses não passam de sentimentos grosseiros, cruéis e possessivos revestidos em ouro; para que você nao se ofenda, nada pessoal. Aceite Shiva, a força destrutiva da natureza. Aceite o ódio que sente pelos seus pais, aceite a dor que te acompanha todo minuto e a felicidade espasmódica também. Aceite sua infidelidade. Seu desejo de conquista e escravidão que chama de amor. Aceite-se humano e cheio de defeito como é. Aceite seus vícios. Erga em riste seu dedo médio para a moral cristã, burguesa, política ou familiar. As coisas ficarão mais leves e sem todo esse peso ficará mais fácil dar o próximo passo nesse caminho sem sentido que você chama de vida.

Existem momentos em que tudo trava. A vida entra em stand-by e não é possivel avançar ate que seja feita uma análise. Conhece-te a ti mesmo. Aquilo que não nos deixa avançar é um conflito entre a tríade que nos habita, id, ego e superego. O ego faz de tudo para agradar as duas… Mas que diabo estou psicanalisando aqui… Xo capeta! O que quero expor é que as barreiras estão em minha cabeça, um conflito da nossa própria natureza e que podemos superar se olharmos com franqueza nossas idéias.

Não esqueça que suas mais sólidas idéias e ideais sao alucinações. Só existem em sua cabeça e toda ela foi herdada, assim restando pouco de você naquilo que você acredita ser, odeia e se orgulha as vezes. Estais brigando com os moinhos de Cervantes e perdidamente apaixonado pela Dulcinéia, nem se dá conta que está apaixonado pelo seu proprio reflexo na água. O que eu quero que entenda é que só derrotará os moinhos de vento e dará o proximo passo no seu curto caminho pela vida quando aceitar quem é e pra se aceitar, primeiro, deve-se descobrir e só vai-te descobrir quando se analisar. São as 4 nobres verdades de Buda e nao tem como fugir.

Encarar a verdade é doloroso. Aceitar que passou a vida dentro de um sonho e que tudo aquilo que chamou de realidade nao passou de uma alucinação e que essa voz na sua cabeça que parece a sua está te dando conselhos errados a vida toda, e pior, ela é mais um sensor cruel do que você mesmo… bem, é preciso coragem e desapego.

Seu self-value te destrói. Seu ódio é medo. Seu amor, apego. Nao há nada de lindo nos valores humanos. Esses não passam de sentimentos grosseiros, cruéis e possessivos revestidos em ouro; para que você nao se ofenda, nada pessoal. Aceite Shiva, a força destrutiva da natureza. Aceite o ódio que sente pelos seus pais, aceite a dor que te acompanha todo minuto e a felicidade espasmódica também. Aceite sua infidelidade. Seu desejo de conquista e escravidão que chama de amor. Aceite-se humano e cheio de defeito como é. Aceite seus vícios. Erga em riste seu dedo médio para a moral cristã, burguesa, política ou familiar. As coisas ficarão mais leves e sem todo esse peso ficará mais fácil dar o próximo passo nesse caminho sem sentido que você chama de vida.

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